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Geral 10/03/2003

Desfiles na Marechal Floriano atraíram grande público

Carnaval encerra com reclamações e protestos

O Carnaval de Rio Grande evoluiu tanto no público que foi à passarela do samba quanto na empolgação e o nível das entidades. Mas as reclamações insistentes e os fortes protestos ofuscaram um pouco o brilho mostrado pelos carnavalescos, com o samba no pé e as belas fantasias.
As críticas começaram na quinta-feira (6), dia da apuração do concurso, no Centro Municipal de Eventos. O empate no primeiro lugar na categoria especial entre a Sociedade Esportiva Recreativa Unidos do Mé e a Academia de Samba Império Serrano não foi bem aceito. Dirigentes da Unidos do Mé e da Unidos da D. Pedro II, a Cuca, que ficou na segunda colocação, reagiram às notas atribuídas pelos jurados e ao resultado final.
As manifestações não se restringiram ao dia da apuração. Na noite de sábado para domingo ocorreram os desfiles das entidades carnavalescas. A entrega dos prêmios foi feita por autoridades e convidados aos representantes das escolas e blocos que desfilaram na Marechal Floriano.
Durante as apresentações a diretoria da Unidos do Mé entregou à imprensa uma nota onde critica o que chama de desrespeito ao regulamento do Carnaval. O documento assinado pelo presidente Valci Tomas da Silva e pelo secretário Everton Luis Porciúncula revela que a escola Império Serrano não cumpriu o que determina a letra a do artigo 10º, estabelecendo o número mínimo de componentes a 250. O parágrafo 1º do mesmo artigo prevê a perda de 50% dos pontos obtidos pela escola que desrespeitou esse item do regulamento.
A entidade contestadora diz que “o descumprimento pode ser constatado pela simples contagem de componentes em imagens pela TV Mar, o que deveria ter sido feito pelos fiscais de concentração. Nessa contagem verificamos aproximadamente 190 componentes, ferindo completamente o regulamento”. Outro ponto que gerou indignação foi a participação da Império na categoria especial por estar há vários anos ausente dos desfiles.
Ao comparecer no palanque oficial para receber o prêmio, Valci da Silva voltou a mostrar insatisfação com o resultado. Ele acusou alguns jurados de serem identificados com a Império. “Fomos roubados”, disse em alto e bom som durante o desfile da sua escola. O presidente da Cuca, Edson Amarildo Costa, também acusou parte dos jurados de terem preferência por escolas. Ele afirmou que os componentes da entidade pretendiam fazer um protesto forte em frente ao palanque oficial. “Felizmente conseguimos contornar a situação”, observou.
O presidente da Império, Adair Martins, preferiu ser discreto nas entrevistas que concedeu à imprensa. “A escola fez um desfile técnico. Merecemos o resultado”.
Contraponto- O coordenador da Comissão de Carnaval, Ramão Freitas, avalia que o Carnaval de rua de Rio Grande este ano registrou significativo crescimento tanto na qualidade das escolas quanto pela participação popular. Outro detalhe apontado como positivo foi o fechamento do local de concentração das escolas e a contratação de um carro-som ao nível dos maiores centros brasileiros.
No entendimento de Ramão, podem ter havido alguns equívocos e as reclamações sobre os pontos obtidos pelas entidades carnavalescas são algo comum e ocorrem também no Rio, São Paulo e outras cidades. O inadmissível, opina, é duvidar da honestidade dos responsáveis pelo julgamento e organização do Carnaval. “Convidamos pessoas com qualificação para analisar as entidades, entre elas artistas plásticos e músicos”, argumenta. Sem revelar o nome, o coordenador diz que vai interpelar judicialmente a diretoria de uma escola por graves acusações.
O presidente da Associação Rio-grandina das Entidades Carnavalescas (Argec), Luis Lima, elogiou o comportamento das suas filiadas que realizaram belos desfiles. Ele reconhece o esforço do Executivo Municipal, que não obteve os recursos esperados pela Lei de Incentivo à Cultura (LIC), mas lembra que o atraso do repasse de parte da verba às entidades prejudicou o que havia sido programado.



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